O que é o STIR/SHAKEN e qual o prazo definido pela Anatel
O STIR/SHAKEN é um framework de segurança que autentica a origem de chamadas telefônicas, criptografando informações do chamador para garantir a legitimidade da identificação.
O prazo definido pela Anatel para autenticação obrigatória via STIR/SHAKEN no Brasil é um marco regulatório que exige ação imediata de todos os provedores de serviços de voz. A agência estabeleceu um cronograma escalonado que começa com as grandes operadoras e se estende aos pequenos provedores, com datas de corte que já estão em vigor para os primeiros grupos. Empresas que avaliam a melhor abordagem para se adequar devem considerar a integração com sistemas de discagem, como o Discador com IA de VOZ, que permite ligar, negociar e vender de forma automatizada. Essa capacidade central ajuda a garantir que as chamadas sejam autenticadas corretamente, aumentando a eficiência operacional e a confiança do cliente.
A tecnologia por trás do STIR/SHAKEN envolve criptografia de chave pública e certificados digitais, criando uma "assinatura digital" para cada chamada originada. Essa assinatura é verificada pela operadora receptora antes da entrega final ao destinatário. O protocolo combate o spoofing de números, reduzindo fraudes e chamadas indesejadas, sendo uma resposta regulatória crucial para restaurar a confiança no ecossistema de voz. Empresas que dependem de comunicação por voz enfrentam um cenário complexo de baixa confiança, onde a falta de autenticação leva a baixas taxas de atendimento. A conformidade com os padrões de verificação de chamadas não é opcional para provedores de serviços de voz, e operadoras como Vivo, Claro e TIM já implementam as exigências da Anatel. Falhas na autenticação podem gerar bloqueios de chamadas legítimas, acarretando prejuízos significativos e perda de credibilidade no mercado.
Para entender o funcionamento detalhado, é necessário compreender os níveis de atestação. Existem três níveis: atestação A (Full Attestation), onde a operadora de origem conhece tanto o assinante que faz a chamada quanto o número de telefone; atestação B (Partial Attestation), onde a operadora conhece o assinante mas não o número; e atestação C (Gateway Attestation), para chamadas que passam por um gateway internacional. Cada nível oferece um grau diferente de confiança na verificação da chamada. A adoção do STIR/SHAKEN exige investimentos em infraestrutura e processos de verificação, sendo vital que as empresas validem suas plataformas de discagem. A subestimativa desta complexidade pode comprometer a eficácia e a conformidade, tornando essencial um planejamento cuidadoso.
Quando a autenticação obrigatória via STIR/SHAKEN faz sentido e quando não faz
A autenticação obrigatória via STIR/SHAKEN faz sentido para empresas que realizam chamadas em massa, como call centers, operadoras de telemarketing e serviços de cobrança, pois reduz bloqueios indevidos e melhora a taxa de atendimento. Também é essencial para provedores de serviços de voz que precisam cumprir a regulamentação da Anatel e evitar multas. No entanto, não faz sentido para empresas que não realizam chamadas externas ou que utilizam apenas canais digitais, como WhatsApp ou e-mail, pois o protocolo é específico para telefonia. Além disso, pequenos negócios com baixo volume de chamadas podem não ser prioridade imediata, mas devem se preparar para prazos futuros, uma vez que a regulamentação tende a se tornar mais abrangente.
A decisão de implementar o STIR/SHAKEN deve considerar o custo-benefício. Embora o investimento inicial em infraestrutura e certificados digitais possa ser elevado, os benefícios incluem redução de fraudes, aumento da confiança do consumidor e melhoria na reputação da marca. Para empresas que já utilizam soluções de IA para atendimento, como o Discador com IA de VOZ, a integração é mais simples, pois a plataforma já lida com a autenticação das chamadas, permitindo foco nas vendas e no relacionamento com o cliente. A proliferação de chamadas indesejadas, como spam e golpes, custou à economia global bilhões de dólares, sublinhando a urgência de sistemas robustos de verificação de ligações. A complexidade do ecossistema de telecomunicações dificulta a implementação uniforme de novas tecnologias, mas a tendência é de maior exigência de transparência na origem das chamadas.
Para empresas que operam exclusivamente com comunicação digital, como plataformas de mensageria ou e-mail marketing, o STIR/SHAKEN não se aplica diretamente. No entanto, mesmo estas empresas podem se beneficiar indiretamente, pois a redução de fraudes telefônicas melhora a confiança geral do consumidor em comunicações empresariais. Outro cenário onde a autenticação não faz sentido imediato é para operações internas de uma organização, como ramais corporativos que não se conectam à rede pública de telefonia. Nestes casos, o custo de implementação supera os benefícios, embora a preparação para futuras exigências regulatórias seja recomendada. A avaliação deve ser feita caso a caso, considerando o volume de chamadas, a exposição a fraudes e os requisitos contratuais com operadoras parceiras.
Critérios para escolher a melhor abordagem de implementação
Ao implementar o STIR/SHAKEN, é necessário avaliar critérios como volume de chamadas, infraestrutura atual, orçamento e prazo regulatório. Empresas com alta demanda devem priorizar soluções completas, como plataformas SaaS que oferecem certificação digital e integração com sistemas legados. Já para operações menores, soluções simplificadas de terceiros podem ser mais adequadas, reduzindo custos e complexidade. Outro critério importante é a interoperabilidade com operadoras parceiras, garantindo que as chamadas sejam autenticadas em toda a cadeia. A escolha deve alinhar os prazos da Anatel com a estratégia de comunicação da empresa, garantindo que as chamadas sejam não apenas autenticadas, mas também eficazes em termos de vendas e atendimento.
A tabela a seguir resume os principais critérios para diferentes cenários:
| Cenário | Critério | Risco | Próximo passo |
|---|---|---|---|
| Grande operadora de telemarketing | Conformidade total com Anatel | Multas e bloqueios se não implementar | Contratar solução de certificação digital e integrar com SIP Trunking |
| Médio provedor de serviços de voz | Custo-benefício e escalabilidade | Perda de chamadas legítimas por falta de autenticação | Avaliar plataformas SaaS com pagamento por uso |
| Pequena empresa com baixo volume | Simplicidade e baixo investimento | Bloqueio de chamadas por operadoras receptoras | Registrar-se na Anatel e usar solução de terceiros |
| Call center terceirizado | Integração com sistemas do cliente | Falhas na autenticação entre redes | Testar interoperabilidade com operadoras parceiras |
Além dos critérios técnicos, é importante considerar a capacitação da equipe e o suporte do provedor de soluções. Empresas que optam por Discador com IA de VOZ, como o da Omnismart, têm a vantagem de já contar com autenticação integrada, reduzindo riscos e acelerando a conformidade. A escolha deve considerar também a necessidade de treinamento dos operadores, que precisam entender como as chamadas autenticadas funcionam para aproveitar os benefícios, como maior taxa de atendimento. Outro fator é a análise de custos operacionais de longo prazo, incluindo renovação de certificados digitais e manutenção de infraestrutura. Para operações com alta sazonalidade, soluções flexíveis que permitam ajuste de capacidade são preferíveis, evitando desperdício de recursos em períodos de baixa demanda.
A interoperabilidade entre diferentes operadoras é um requisito crítico para o sucesso do sistema, exigindo que todos os participantes sigam os mesmos padrões técnicos. A falta de padronização pode levar a falhas na autenticação de chamadas, comprometendo a eficácia do sistema. Por isso, é recomendável escolher provedores que sigam as especificações do IETF e testar a integração em ambiente controlado antes da implementação em produção. A Anatel tem avançado na regulamentação, exigindo que operadoras implementem medidas para coibir o uso indevido de recursos de numeração, e as diretrizes da agência são fundamentais para a conformidade das empresas.
Erros comuns ao implementar o STIR/SHAKEN e como evitá-los
Um erro comum é subestimar a complexidade da implementação, especialmente em infraestruturas legadas. Muitas empresas tentam adaptar sistemas antigos sem considerar a necessidade de SIP Trunking e certificados digitais, resultando em falhas na autenticação. Para evitar isso, realize uma auditoria completa da infraestrutura de telecomunicações antes de iniciar. Outro erro é ignorar os prazos escalonados da Anatel, deixando para última hora a adequação, o que pode gerar multas e bloqueios. Planeje com antecedência e estabeleça um cronograma realista, considerando que a implementação pode levar de três a seis meses dependendo da complexidade da rede.
Também é frequente negligenciar a interoperabilidade com operadoras parceiras. Chamadas que passam por múltiplas redes podem falhar na autenticação se os padrões não forem consistentes. Para evitar, escolha provedores que sigam as especificações do IETF e teste a integração em ambiente controlado. Além disso, muitas empresas focam apenas na tecnologia e esquecem o treinamento da equipe. Operadores de call center e equipes de vendas precisam entender como as chamadas autenticadas funcionam para aproveitar os benefícios, como maior taxa de atendimento. A falta de treinamento pode levar a erros operacionais, como o uso incorreto de identificadores de chamada, comprometendo a eficácia da autenticação.
Por fim, um erro crítico é não considerar a experiência do cliente. Bloqueios indevidos de chamadas legítimas (falsos positivos) podem prejudicar o relacionamento com o cliente. Utilize algoritmos de IA para refinar a precisão da autenticação, como os oferecidos por soluções de Discador com IA de VOZ, que liga, negocia e vende com segurança. A conformidade com o STIR/SHAKEN não deve comprometer a qualidade do atendimento, mas sim melhorá-la. Outro erro comum é não documentar adequadamente o processo de implementação, dificultando auditorias futuras e a identificação de problemas. Mantenha registros detalhados de certificados, configurações de rede e testes realizados, facilitando a manutenção e a conformidade contínua.
A escolha inadequada de parceiros tecnológicos também é um erro frequente. Optar por provedores sem experiência comprovada em STIR/SHAKEN pode resultar em implementações incompletas ou incompatíveis. Verifique referências, casos de sucesso e certificações dos fornecedores antes de contratar. Além disso, evite soluções que prometem conformidade total sem personalização para o seu cenário específico, pois cada operação tem necessidades únicas. A personalização é essencial para garantir que a autenticação funcione corretamente em todos os cenários de chamada, incluindo transferências, conferências e chamadas internacionais.
Como o Discador com IA de VOZ se conecta ao resultado esperado
O Discador com IA de VOZ, que permite ligar, negociar e vender de forma automatizada, se conecta diretamente ao resultado esperado da autenticação STIR/SHAKEN: aumentar a confiança nas chamadas e melhorar as taxas de atendimento. Ao integrar a autenticação desde a origem, a IA garante que cada chamada seja verificada, reduzindo bloqueios e aumentando a credibilidade. Isso é especialmente relevante para empresas que dependem de telemarketing, cobrança ou vendas, onde a taxa de atendimento impacta diretamente os resultados. A capacidade central do Discador com IA de VOZ de automatizar o processo de ligação, negociação e venda se alinha com a necessidade de empresas que buscam não apenas cumprir a regulamentação, mas também otimizar seus processos comerciais.
Para quem avalia a melhor abordagem para implementar o STIR/SHAKEN, o Discador com IA de VOZ oferece uma solução prática, pois já lida com os requisitos técnicos de autenticação, como certificados digitais e níveis de atestação. Isso elimina a necessidade de investimentos adicionais em infraestrutura e simplifica a conformidade. Além disso, a IA pode analisar padrões de chamadas para evitar falsos positivos, garantindo que chamadas legítimas sejam entregues. O resultado é uma operação mais eficiente, com maior produtividade e satisfação do cliente. A integração com o STIR/SHAKEN é, portanto, um passo natural para quem deseja se destacar no mercado, transformando a obrigação regulatória em uma vantagem competitiva.
A ascensão da Inteligência Artificial trouxe novas ferramentas para fraudadores, tornando os golpes mais sofisticados e difíceis de detectar. Deepfakes de voz e reconhecimento de padrões para engenharia social são exemplos de ameaças crescentes, que exigem uma resposta tecnológica igualmente avançada. O Discador com IA de VOZ, ao combinar autenticação com análise preditiva, oferece uma camada adicional de segurança, identificando padrões suspeitos antes mesmo da chamada ser completada. Isso não apenas protege o consumidor, mas também fortalece a reputação da empresa emissora, que passa a ser vista como confiável e responsável. A adoção desta tecnologia representa um investimento estratégico para o futuro da comunicação por voz, alinhando conformidade regulatória com inovação operacional.
Passo a passo para implementar o STIR/SHAKEN na sua empresa
O primeiro passo para implementar o STIR/SHAKEN é realizar um diagnóstico completo da infraestrutura de telecomunicações existente. Identifique se sua empresa utiliza SIP Trunking, quais versões de protocolo estão em uso e se há sistemas legados que precisam de atualização. Em seguida, obtenha os certificados digitais necessários junto a uma autoridade certificadora reconhecida pela Anatel. O registro junto a um STI-PA (Service Provider Trust Anchor) é igualmente vital, pois garante que o provedor esteja autorizado a emitir atestados de chamadas. Este processo pode levar de duas a quatro semanas, dependendo da agilidade da autoridade certificadora.
Durante a implementação, é crucial escolher um provedor de soluções que ofereça suporte contínuo. Plataformas como o Discador com IA de VOZ simplificam esse processo, pois já incluem os módulos de autenticação necessários. Além disso, realize testes em ambiente controlado para evitar bloqueios indevidos. Ajuste os níveis de atestação conforme o perfil da sua operação: atestação A para chamadas totalmente verificadas, B para parcialmente verificadas e C para chamadas de gateway. O monitoramento contínuo permite otimizar a taxa de atendimento e garantir a conformidade. Configure alertas para detectar falhas de autenticação em tempo real, permitindo correções rápidas antes que afetem um grande volume de chamadas.
Após a implementação, avalie os resultados: aumento na taxa de atendimento, redução de reclamações e melhoria na reputação da marca. Ajuste os parâmetros conforme necessário, utilizando ferramentas de análise de tráfego. Lembre-se de que a conformidade com o STIR/SHAKEN é um processo contínuo, com atualizações regulatórias periódicas. Manter-se atualizado com as diretrizes da Anatel é essencial para evitar penalidades e aproveitar os benefícios da autenticação de chamadas. Estabeleça um cronograma de revisão trimestral para verificar se os certificados estão válidos, se os níveis de atestação estão corretos e se a interoperabilidade com operadoras parceiras continua funcionando adequadamente.
A documentação do processo é fundamental para auditorias e para a continuidade dos negócios. Mantenha registros de todos os certificados emitidos, configurações de rede implementadas e testes realizados. Esta documentação será valiosa em caso de fiscalização pela Anatel ou para troubleshooting de problemas futuros. Além disso, treine continuamente a equipe envolvida na operação, garantindo que todos entendam a importância da autenticação e saibam como agir em caso de falhas. O treinamento deve incluir desde operadores de call center até a equipe de TI responsável pela manutenção da infraestrutura.
Riscos e limitações da autenticação STIR/SHAKEN no Brasil
Os riscos da implementação do STIR/SHAKEN incluem a dependência de que todas as operadoras da cadeia estejam em conformidade. Se uma operadora intermediária não implementar o protocolo, a autenticação pode falhar, resultando em chamadas legítimas sendo bloqueadas ou marcadas como suspeitas. Outro risco é a complexidade técnica para integrar sistemas antigos, exigindo expertise especializada que pode ser escassa no mercado brasileiro. A falta de profissionais qualificados pode atrasar a implementação e aumentar os custos. Para mitigar esses riscos, empresas devem optar por soluções robustas, como o Discador com IA de VOZ, que oferece integração simplificada e suporte técnico especializado.
As limitações incluem a necessidade de que todas as operadoras da cadeia estejam em conformidade para que a autenticação funcione de ponta a ponta. Se uma operadora intermediária não implementar o protocolo, a autenticação pode falhar. Outra limitação é a complexidade técnica para integrar sistemas antigos, exigindo expertise especializada. Para mitigar esses riscos, empresas devem optar por soluções robustas, como o Discador com IA de VOZ, que oferece integração simplificada e suporte técnico. Além disso, é importante estabelecer parcerias com operadoras que já estejam em conformidade, verificando regularmente a interoperabilidade entre as redes.
Apesar das limitações, os benefícios superam os riscos para a maioria das empresas. A autenticação reduz fraudes, aumenta a confiança do consumidor e melhora a eficiência operacional. Para quem avalia a implementação, recomenda-se começar com um piloto em uma região ou linha de negócio, testando a interoperabilidade e ajustando processos. O próximo passo é expandir gradualmente, monitorando os resultados e ajustando conforme necessário. A conformidade com o STIR/SHAKEN é um investimento estratégico para o futuro da comunicação por voz, protegendo não apenas a empresa, mas também seus clientes contra fraudes e golpes telefônicos.
Outra limitação importante é a questão das chamadas internacionais, que podem não ser autenticadas se originadas de países que ainda não adotaram o protocolo. Nestes casos, a chamada pode ser marcada como não verificada, reduzindo a confiança do destinatário. Para lidar com esta situação, empresas que realizam chamadas internacionais devem buscar acordos com operadoras nos países de origem para garantir a autenticação, ou implementar soluções de gateway que permitam a verificação parcial. A Anatel tem trabalhado em acordos bilaterais para facilitar esta interoperabilidade, mas o processo ainda está em estágios iniciais. Acompanhar estas negociações e adaptar-se às mudanças regulatórias é essencial para manter a conformidade em operações globais.
Perguntas frequentes
O que é STIR/SHAKEN e qual o prazo definido pela Anatel para autenticação obrigatória no Brasil?
STIR/SHAKEN é um protocolo de segurança que autentica a origem de chamadas telefônicas usando certificados digitais. A Anatel definiu prazos escalonados para implementação obrigatória no Brasil, com exigências para operadoras de grande, médio e pequeno porte, visando reduzir fraudes e chamadas indesejadas.
Como funciona na prática o STIR/SHAKEN para autenticar chamadas?
Na prática, o STIR/SHAKEN funciona com certificados digitais que assinam cada chamada. A operadora de origem gera um token criptografado (PASSporT) com informações do chamador e nível de atestação. A operadora de destino verifica a assinatura, garantindo que o número não foi falsificado.
Quais critérios avaliar antes de escolher uma solução STIR/SHAKEN?
Antes de escolher, avalie o volume de chamadas, a infraestrutura de telecomunicações atual, o orçamento disponível e a necessidade de interoperabilidade com operadoras parceiras. Soluções SaaS são indicadas para médias empresas, enquanto grandes operadoras podem precisar de sistemas personalizados.
Qual a diferença entre STIR/SHAKEN e outras formas de autenticação de chamadas?
Diferente de bloqueadores de spam ou listas de números, o STIR/SHAKEN é um padrão técnico que autentica a origem da chamada na rede, usando criptografia. Ele não depende de denúncias de usuários, mas de certificados digitais emitidos por autoridades confiáveis, garantindo maior precisão.
Quais são os passos para implementar o STIR/SHAKEN na minha empresa?
Os passos incluem: avaliar a infraestrutura de telecom, registrar-se na Anatel, adquirir certificados digitais X.509, integrar a solução de autenticação com o sistema de discagem, testar a interoperabilidade e treinar a equipe. O monitoramento contínuo é essencial para ajustes.
Quanto custa implementar o STIR/SHAKEN e qual o prazo médio?
O custo varia conforme o porte da empresa e a solução escolhida. Para pequenas empresas, soluções SaaS podem custar a partir de alguns milhares de reais por mês. O prazo médio de implementação é de 3 a 6 meses, dependendo da complexidade da infraestrutura e da necessidade de integração.
Atualizado em 26 de julho de 2026.

