AIA e STIR/SHAKEN no Brasil: O Papel da Autoridade de Identificação e Autenticação na Segurança das Chamadas

AIA e STIR/SHAKEN no Brasil são essenciais para autenticar chamadas e combater fraudes. Este artigo explica o papel da Autoridade de Identificação e Autenticação, critérios de escolha, implementação e riscos.

Leonardo Ferreira14 minatualizado 27 de jul.
AIA e STIR/SHAKEN no Brasil: O Papel da Autoridade de Identificação e Autenticação na Segurança das Chamadas

AIA e STIR/SHAKEN no Brasil estabelecem a base para autenticação de chamadas, garantindo que a origem seja verificada antes da conexão.

Empresas de telecomunicações que adotam esses protocolos reduzem fraudes e aumentam a confiança dos clientes, mas a implementação exige planejamento cuidadoso para evitar complicações técnicas. A crescente digitalização do setor torna a necessidade de autenticação e identificação eficaz ainda mais crítica, especialmente quando se considera o volume de chamadas fraudulentas que afetam a produtividade e a reputação das empresas. A integração desses protocolos com sistemas existentes, como CRMs e plataformas de atendimento, é um passo estratégico para criar um ambiente de comunicação mais seguro e confiável, alinhado às exigências regulatórias da Anatel.

O que é AIA e STIR/SHAKEN no Brasil?

AIA (Autoridade de Identificação e Autenticação) e STIR/SHAKEN são protocolos que garantem a autenticidade das chamadas telefônicas. A AIA é a entidade que emite certificados digitais para operadoras, enquanto STIR/SHAKEN define como esses certificados são anexados e verificados nas chamadas. No Brasil, a Anatel regulamentou o uso obrigatório a partir de 2026, exigindo que operadoras implementem a autenticação para reduzir fraudes e spam. O processo funciona assim: quando uma chamada é iniciada, o protocolo STIR anexa uma assinatura digital que comprova a origem; a operadora receptora usa SHAKEN para validar essa assinatura. Se a verificação falhar, a chamada pode ser bloqueada ou sinalizada como suspeita. Isso é integrado a plataformas como CRMs e centrais telefônicas, sem comprometer a operação normal. Para empresas de telecomunicações, a adoção desses protocolos é um passo estratégico para aumentar a segurança e a confiabilidade do serviço, especialmente em setores como call centers e cobrança, onde a incidência de fraudes é alta.

A AIA atua como uma autoridade certificadora, similar a uma CA (Certification Authority) no mundo da internet, mas focada exclusivamente no ecossistema de telefonia. Ela é responsável por emitir, renovar e revogar certificados digitais que atestam a identidade das operadoras e dos provedores de serviços de telecomunicações. Esses certificados contêm informações criptográficas que permitem que as operadoras assinem digitalmente as chamadas que originam. O STIR (Secure Telephone Identity Revisited) é o protocolo que define como essa assinatura é criada e anexada ao cabeçalho da chamada, utilizando o SIP (Session Initiation Protocol). Já o SHAKEN (Signature-based Handling of Asserted information using toKENs) é o framework que padroniza como as operadoras receptoras devem verificar essa assinatura, consultando a AIA para confirmar a validade do certificado. Esse processo de verificação ocorre em milissegundos, sem introduzir latência perceptível para o usuário final, mas adicionando uma camada robusta de segurança.

Um aspecto crucial é que a autenticação não se limita a bloquear chamadas fraudulentas; ela também permite que chamadas legítimas sejam identificadas como confiáveis. Isso é particularmente importante para empresas que dependem de chamadas de saída, como call centers e equipes de cobrança, pois aumenta a taxa de atendimento e reduz a probabilidade de seus números serem marcados como spam. A implementação bem-sucedida requer que tanto a operadora de origem quanto a de destino suportem o protocolo, o que está se tornando cada vez mais comum com a regulamentação da Anatel. Para empresas que utilizam plataformas de comunicação em nuvem, a integração com STIR/SHAKEN pode ser feita através de APIs fornecidas pelos operadores de telecomunicações, simplificando o processo.

Quando AIA e STIR/SHAKEN no Brasil faz sentido e quando não faz?

Faz sentido implementar AIA e STIR/SHAKEN quando a empresa enfrenta alta incidência de chamadas fraudulentas, spam ou baixa produtividade devido a ligações falsas. Setores como call centers, empresas de cobrança e operadoras de telecomunicações se beneficiam diretamente, pois a autenticação reduz perdas financeiras e melhora a confiança do cliente. Também faz sentido quando há necessidade de conformidade com a regulamentação da Anatel, que exige o protocolo a partir de 2026. Por outro lado, não faz sentido para empresas com baixo volume de chamadas ou que operam em nichos onde fraudes são raras, pois o custo de implementação pode não se justificar. Além disso, se a infraestrutura de TI for muito antiga e não suportar a integração com certificados digitais, a adoção pode ser complexa e cara. Nesses casos, é melhor avaliar soluções escaláveis que permitam adoção gradual. A decisão deve considerar o perfil de risco, o volume de chamadas e a capacidade técnica da equipe.

Para aprofundar a análise, é importante considerar o conceito de "dor operacional". Empresas que gastam recursos significativos lidando com reclamações de clientes sobre chamadas de spam, ou que têm equipes dedicadas a investigar fraudes, são candidatas ideais. A implementação de AIA e STIR/SHAKEN pode automatizar grande parte desse trabalho, liberando a equipe para focar em atividades de maior valor. Por outro lado, empresas que operam em mercados B2B com relacionamentos de confiança estabelecidos podem não sentir o mesmo nível de urgência. Outro fator é a maturidade da infraestrutura de TI. Sistemas legados, como centrais telefônicas analógicas ou PBX antigos, podem exigir atualizações significativas ou até substituição para suportar os protocolos. Nesses casos, uma abordagem gradual, começando com um piloto em um segmento específico da operação, pode ser a melhor estratégia.

O trade-off principal está entre o custo de implementação e o benefício de redução de fraudes. Para empresas com alto volume de chamadas, o retorno pode ser rápido, pois cada chamada fraudulenta bloqueada representa uma economia direta. Para empresas menores, o custo dos certificados e da integração pode ser um obstáculo, mas existem fornecedores que oferecem soluções modulares, permitindo que a empresa comece com um número limitado de linhas e expanda conforme necessário. A decisão também deve levar em conta o impacto na experiência do cliente. Chamadas autenticadas são mais propensas a serem atendidas, melhorando a taxa de contato e, consequentemente, a eficiência das campanhas de vendas e cobrança.

Quais critérios avaliar antes de escolher AIA e STIR/SHAKEN no Brasil?

Antes de escolher, avalie o perfil do cliente ideal (ICP) e a dor operacional relacionada a fraudes. Empresas com alta incidência de chamadas fraudulentas e baixa produtividade se beneficiam mais. Outro critério é a infraestrutura existente: sistemas legados podem exigir adaptações para integrar os certificados digitais. Verifique também a escalabilidade da solução – é possível começar com um piloto e expandir gradualmente. A conformidade com a regulamentação da Anatel é obrigatória, então certifique-se de que o fornecedor atende aos requisitos. Considere o custo de obtenção dos certificados e a manutenção. Por fim, avalie o suporte técnico: uma implementação bem-sucedida depende de assistência especializada. Uma tabela decisória pode ajudar a visualizar os cenários.

Além dos critérios mencionados, é fundamental avaliar a compatibilidade com os sistemas de CRM e as plataformas de discagem. A integração deve ser transparente para o usuário final, sem exigir mudanças significativas nos fluxos de trabalho existentes. Outro critério é a capacidade de monitoramento e relatórios. A solução escolhida deve fornecer métricas claras sobre a taxa de autenticação, o número de chamadas bloqueadas e a origem das fraudes. Isso permite que a empresa ajuste continuamente suas estratégias de segurança. A reputação do fornecedor também é um fator importante. Fornecedores homologados pela Anatel e com experiência comprovada em implementações de grande escala oferecem maior segurança.

O trade-off aqui está entre a flexibilidade e a padronização. Soluções mais flexíveis podem ser adaptadas a necessidades específicas, mas podem exigir mais esforço de integração. Soluções padronizadas são mais fáceis de implementar, mas podem não atender a todos os requisitos de uma operação complexa. A escolha deve ser baseada em uma análise detalhada das necessidades atuais e futuras da empresa. Uma tabela decisória pode ajudar a visualizar os cenários e facilitar a tomada de decisão.

Cenário Critério Risco Próximo passo/ação
Call center com alto volume de chamadas Redução de fraudes Integração complexa com CRM Testar piloto com 10% do tráfego
Empresa de cobrança Conformidade com Anatel Custo de certificados Solicitar orçamento de fornecedores
Operadora de telecom Escalabilidade Queda de desempenho Planejar capacidade de processamento
Pequena empresa com baixo volume Custo-benefício Retorno lento Avaliar soluções modulares

Quais erros evitar ao implementar AIA e STIR/SHAKEN no Brasil?

Um erro comum é tentar implementar sem planejamento adequado, pulando a fase de testes. Outro é não integrar corretamente com sistemas legados, como CRMs ou centrais telefônicas, o que pode causar falhas na autenticação. Também é frequente subestimar a necessidade de treinamento da equipe técnica, que precisa entender como os certificados funcionam. Evite escolher um fornecedor sem verificar a conformidade com a Anatel – soluções não certificadas podem gerar multas. Por fim, não negligencie a segurança dos próprios certificados: se forem comprometidos, a autenticação perde a validade. Para evitar esses erros, siga um passo a passo: 1) Avalie a infraestrutura atual; 2) Escolha um fornecedor homologado; 3) Realize testes em ambiente controlado; 4) Treine a equipe; 5) Monitore os resultados continuamente. Dessa forma, a implementação será mais suave e eficaz.

Um erro adicional é ignorar a necessidade de um plano de contingência para quando a AIA estiver indisponível. Embora a infraestrutura da AIA seja projetada para alta disponibilidade, falhas podem ocorrer. Empresas devem definir políticas claras sobre como lidar com chamadas quando a verificação não é possível, como aceitá-las com uma sinalização de "não verificado" ou bloqueá-las temporariamente. Outro erro é não considerar o impacto no roteamento de chamadas. Em alguns casos, a adição da assinatura digital pode alterar o comportamento de roteadores SIP, exigindo ajustes na configuração da rede. Testes exaustivos em ambiente de homologação são essenciais para identificar e corrigir esses problemas antes da implantação em produção.

A falta de comunicação com as operadoras parceiras também é um erro crítico. A autenticação STIR/SHAKEN só funciona se ambas as extremidades da chamada suportarem o protocolo. Empresas devem verificar se suas operadoras de origem e destino estão preparadas e, se necessário, coordenar a ativação do recurso. Por fim, não subestime a importância do monitoramento contínuo. Após a implementação, é crucial acompanhar métricas como taxa de autenticação bem-sucedida, volume de chamadas bloqueadas e feedback dos clientes. Isso permite ajustes proativos e garante que a solução continue entregando os benefícios esperados ao longo do tempo.

Como Discador com IA de VOZ se conecta ao resultado esperado?

O Discador com IA de Voz, que permite ligar, negociar e vender automaticamente, se beneficia diretamente da autenticação AIA e STIR/SHAKEN. Com chamadas autenticadas, a taxa de atendimento aumenta porque os clientes confiam na origem da ligação. Além disso, a IA pode priorizar chamadas verificadas, evitando desperdício de tempo com números fraudulentos. A integração entre o discador e os protocolos de autenticação garante que apenas chamadas legítimas sejam completadas, melhorando a produtividade da equipe de vendas. Para empresas que usam discador com IA, a implementação de AIA e STIR/SHAKEN é um diferencial competitivo, pois reduz bloqueios por operadoras e aumenta a taxa de conversão. A Omnismart oferece soluções que integram esses recursos, permitindo que as empresas maximizem os resultados.

A conexão entre o discador com IA e a autenticação de chamadas vai além da simples verificação de origem. A IA pode ser treinada para analisar o comportamento das chamadas autenticadas, identificando padrões que indicam fraudes sofisticadas que conseguem burlar a verificação inicial. Por exemplo, se uma chamada autenticada de um número conhecido começa a apresentar um comportamento atípico, como um script de vendas diferente do habitual, a IA pode sinalizá-la para revisão manual. Isso adiciona uma camada extra de segurança que complementa a autenticação técnica. Além disso, a IA pode usar os dados de autenticação para otimizar o agendamento de chamadas, priorizando horários em que a taxa de autenticação é mais alta e, portanto, a probabilidade de atendimento é maior.

Outro benefício é a capacidade de personalizar a experiência do cliente. Com a chamada autenticada, o sistema pode recuperar automaticamente o histórico do cliente no CRM, permitindo que o agente ou o assistente virtual inicie a conversa com contexto. Isso melhora a eficiência e a satisfação do cliente. Para empresas que utilizam discadores preditivos, a autenticação reduz o risco de chamadas serem descartadas por operadoras de destino devido a suspeitas de spam, aumentando a taxa de conexão efetiva. A integração com a IA também permite que o sistema aprenda quais números são mais propensos a serem autenticados com sucesso, ajustando dinamicamente as listas de discagem para maximizar a produtividade.

Passos práticos para implementar AIA e STIR/SHAKEN no Brasil

A implementação pode ser feita de forma gradual. Primeiro, obtenha certificados digitais junto à Autoridade de Identificação e Autenticação. Depois, configure os protocolos nas centrais telefônicas, garantindo compatibilidade com o hardware existente. Em seguida, integre com sistemas de CRM e plataformas de atendimento para que as chamadas autenticadas sejam registradas corretamente. Realize testes em chamadas reais para verificar se a autenticação funciona sem atrasos. Por fim, monitore os indicadores de fraude e produtividade para ajustar a configuração. A Anatel fornece diretrizes claras que as operadoras devem seguir. Lembre-se de que a escalabilidade é importante: comece com um piloto e expanda conforme os resultados positivos aparecem.

O primeiro passo prático é realizar um inventário completo da infraestrutura de telecomunicações, incluindo todos os sistemas de PBX, SBC (Session Border Controllers), gateways e softwares de discagem. Isso permite identificar quais componentes precisam ser atualizados ou substituídos para suportar STIR/SHAKEN. Em paralelo, é necessário entrar em contato com as operadoras de telecomunicações para verificar se elas já oferecem suporte ao protocolo e quais são os procedimentos para ativação. A obtenção dos certificados digitais junto à AIA envolve um processo de validação da identidade da empresa, que pode levar alguns dias. É importante iniciar esse processo com antecedência.

Após a obtenção dos certificados, a configuração técnica envolve a instalação dos certificados nos SBCs ou nos servidores de telefonia, e a ativação do módulo de autenticação STIR/SHAKEN. A integração com o CRM geralmente é feita através de APIs que permitem que o sistema de telefonia envie informações sobre o status de autenticação da chamada para o registro de atividade. Testes em ambiente controlado devem simular cenários de chamadas autenticadas, não autenticadas e com certificados inválidos, para garantir que o sistema se comporte conforme o esperado. Após a validação, a implementação em produção deve ser feita de forma gradual, começando com um percentual baixo de chamadas e aumentando progressivamente, monitorando de perto os indicadores de desempenho e a taxa de erros.

Riscos e limitações de AIA e STIR/SHAKEN no Brasil

Os principais riscos incluem a complexidade de integração com sistemas legados, que pode exigir atualizações de hardware ou software. Outro risco é o custo dos certificados e da manutenção, que pode ser alto para pequenas empresas. Além disso, se a implementação não for bem planejada, pode haver queda de desempenho nas chamadas devido ao processamento adicional. A limitação mais significativa é que a autenticação só funciona se ambas as operadoras (origem e destino) suportarem o protocolo – caso contrário, a chamada pode não ser verificada. Por fim, a dependência de uma autoridade central (AIA) cria um ponto único de falha; se a AIA ficar indisponível, as chamadas podem não ser autenticadas. Para mitigar esses riscos, é essencial ter um plano de contingência e escolher fornecedores confiáveis.

Um risco técnico adicional é a possibilidade de ataques de "replay", onde um atacante captura uma assinatura digital válida de uma chamada legítima e a reutiliza em uma chamada fraudulenta. Para mitigar esse risco, os protocolos STIR/SHAKEN incluem mecanismos de timestamp e nonce (número usado uma vez) que tornam cada assinatura única. No entanto, a implementação correta desses mecanismos é crucial. Outro risco é a gestão inadequada do ciclo de vida dos certificados. Certificados expirados ou revogados podem causar falhas de autenticação, bloqueando chamadas legítimas. As empresas devem implementar processos automatizados para renovação e monitoramento dos certificados.

A limitação mais fundamental é que a autenticação STIR/SHAKEN não impede todas as formas de fraude. Chamadas originadas de operadoras que não suportam o protocolo, ou de países sem regulamentação equivalente, ainda podem passar despercebidas. Além disso, a autenticação verifica a origem da chamada, mas não o conteúdo. Um fraudador pode, em teoria, obter um certificado válido para um número legítimo e usá-lo para realizar chamadas de phishing. Por isso, a autenticação deve ser combinada com outras camadas de segurança, como análise de comportamento e listas de bloqueio. A dependência da AIA também levanta questões de confiança. A segurança do sistema depende da integridade da autoridade certificadora. Se a AIA for comprometida, todos os certificados emitidos por ela podem ser considerados inválidos. Por isso, a Anatel e as operadoras investem em medidas rigorosas de segurança para proteger a infraestrutura da AIA.

AIA e STIR/SHAKEN no Brasil são obrigatórios para operadoras a partir de 2026, conforme regulamentação da Anatel.

A implementação gradual reduz riscos operacionais e permite ajustes conforme a necessidade.

A integração com discadores de IA potencializa os ganhos de produtividade e segurança.

Perguntas frequentes

O que é AIA e STIR/SHAKEN no Brasil?

AIA (Autoridade de Identificação e Autenticação) é a entidade que emite certificados digitais para operadoras. STIR/SHAKEN são protocolos que autenticam chamadas, anexando uma assinatura digital verificável. Juntos, garantem que a origem da chamada seja legítima, reduzindo fraudes e spam.

Como funciona a autenticação de chamadas com AIA e STIR/SHAKEN no Brasil?

Quando uma chamada é feita, o protocolo STIR anexa uma assinatura digital que comprova a origem. A operadora receptora usa SHAKEN para validar essa assinatura. Se a verificação falhar, a chamada pode ser bloqueada ou sinalizada. Isso é integrado a plataformas como CRMs sem comprometer a operação.

Em quais cenários a implementação de AIA e STIR/SHAKEN faz sentido?

Faz sentido em call centers, empresas de cobrança e operadoras com alta incidência de fraudes. Também é relevante para conformidade com a Anatel. Não faz sentido para empresas com baixo volume de chamadas ou infraestrutura muito antiga, onde o custo pode não se justificar.

Quais critérios avaliar antes de escolher AIA e STIR/SHAKEN?

Avalie o perfil de risco, volume de chamadas, infraestrutura existente, escalabilidade da solução, conformidade com a Anatel e custo dos certificados. Considere também o suporte técnico do fornecedor. Uma tabela decisória pode ajudar a comparar cenários.

AIA e STIR/SHAKEN são melhores que sistemas de bloqueio tradicionais?

Sim, porque autenticam a origem em tempo real, enquanto sistemas tradicionais dependem de listas negras reativas. Isso reduz falsos positivos e aumenta a eficácia contra fraudes. Empresas que adotam os protocolos relatam menos perdas e maior confiança dos clientes.

Quais os passos práticos para implementar AIA e STIR/SHAKEN?

Obtenha certificados digitais junto à AIA, configure os protocolos nas centrais telefônicas, integre com CRMs, realize testes em chamadas reais e monitore indicadores. Comece com um piloto e expanda gradualmente. A Anatel fornece diretrizes claras para operadoras.

Quais os principais riscos ao implementar AIA e STIR/SHAKEN?

Riscos incluem complexidade de integração com sistemas legados, custo de certificados, queda de desempenho e dependência da AIA como ponto único de falha. Para mitigar, planeje a implementação, escolha fornecedores confiáveis e tenha um plano de contingência.

Quais resultados esperar após implementar AIA e STIR/SHAKEN?

Redução significativa de fraudes e spam, aumento da confiança dos clientes, melhoria na produtividade do atendimento e conformidade com a Anatel. A autenticação garante que apenas chamadas legítimas sejam completadas, elevando a qualidade do serviço.

Atualizado em 26 de julho de 2026.

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