Benefícios do STIR/SHAKEN para Evitar Bloqueio de Chamadas Spam e Proteger sua Reputação

O STIR/SHAKEN autentica chamadas, reduzindo spam e bloqueios. Empresas que implementam o protocolo veem aumento na taxa de atendimento e proteção da reputação. Saiba como funciona, os desafios e como começar.

Leonardo Ferreira13 min
Benefícios do STIR/SHAKEN para Evitar Bloqueio de Chamadas Spam e Proteger sua Reputação

Os benefícios do STIR/SHAKEN para evitar bloqueio de chamadas spam e proteger sua reputação incluem autenticação de chamadas, redução de fraudes e aumento da confiança do consumidor.

A tecnologia utiliza certificados digitais para verificar a identidade do chamador, garantindo que números legítimos não sejam bloqueados por operadoras e aplicativos anti-spam. Este protocolo, que combina o Secure Telephone Identity Revisited (STIR) e o Signature-based Handling of Asserted Information Using toKENs (SHAKEN), estabelece uma cadeia de confiança digital para cada ligação. Ao contrário de soluções reativas que apenas sinalizam números suspeitos, o STIR/SHAKEN atua na origem, prevenindo que chamadas fraudulentas sequer cheguem ao destinatário com uma identidade falsificada. Para empresas que dependem da comunicação por voz para vendas, suporte ou cobrança, a adoção deste padrão não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma necessidade operacional para manter a taxa de conexão e a credibilidade da marca.

O que é STIR/SHAKEN e como ele evita bloqueio de chamadas spam?

O STIR/SHAKEN é um framework de protocolos que autentica a identidade do chamador em chamadas de voz sobre IP (VoIP), garantindo que o número exibido no identificador de chamadas seja o número real que originou a ligação. Ele evita o bloqueio de chamadas spam ao criar uma assinatura digital criptografada para cada chamada, que é verificada pela operadora de destino antes de a ligação ser completada. Se a assinatura for válida e o nível de atestado for alto, a chamada é marcada como "verificada" e passa pelos filtros anti-spam com muito mais facilidade. Caso contrário, a chamada pode ser bloqueada, sinalizada como suspeita ou enviada diretamente para a caixa postal, dependendo da política da operadora receptora e das configurações do usuário final.

A confiança do consumidor nas chamadas recebidas aumenta drasticamente quando o sistema está em vigor. O sistema reduz golpes como o "spoofing" de números, onde golpistas usam números falsos para enganar vítimas, fazendo-as acreditar que a ligação vem de uma fonte confiável, como um banco ou uma agência governamental. O STIR/SHAKEN dificulta essa prática maliciosa ao exigir que o provedor de origem ateste a identidade do chamador. A FCC nos Estados Unidos impulsionou fortemente a adoção, tornando a implementação obrigatória para operadoras, e a ANATEL no Brasil também monitora o cenário, com resoluções que exigem a autenticação para reduzir o telemarketing abusivo. Embora a implementação seja complexa, a adesão global cresce: mais de 30 países já exploram ou adotam a tecnologia, criando um ecossistema mais seguro para comunicações internacionais.

Além de combater o spam, há ganhos em eficiência operacional: empresas perdem menos tempo com chamadas não atendidas, otimizando o trabalho de contact centers e reduzindo custos associados a tentativas falhas de contato. Quando uma chamada legítima é bloqueada, a empresa não apenas perde a oportunidade de conversão, mas também arca com o custo da ligação e do tempo do agente. O STIR/SHAKEN mitiga esse risco ao fornecer uma prova criptográfica de que a chamada é autêntica. Entender como funciona o STIR/SHAKEN é crucial para qualquer gestor de operações de voz. O sistema utiliza certificados digitais para validar as chamadas, similar ao funcionamento do HTTPS para sites web. Esta tecnologia representa um pilar fundamental para a comunicação segura na era digital.

A complexidade da implementação exige expertise técnica; parcerias com provedores de soluções são essenciais para garantir a conformidade e a eficácia do sistema, evitando multas e perda de reputação. A evolução do STIR/SHAKEN continua, com novos padrões emergindo para lidar com chamadas internacionais e Rich Call Data (RCD), que permite enviar informações adicionais como o nome da empresa e o motivo da chamada. A GSMA monitora o desenvolvimento global, buscando harmonizar os padrões entre diferentes países. Manter-se atualizado é vital para qualquer estratégia de comunicação, garantindo que sua empresa esteja protegida e conectada em um ambiente regulatório cada vez mais rigoroso.

Quando o STIR/SHAKEN faz sentido e quando não faz?

O STIR/SHAKEN faz sentido para empresas que realizam chamadas legítimas em volume e desejam evitar bloqueios por operadoras ou aplicativos anti-spam. É especialmente relevante para contact centers, equipes de vendas, cobrança e suporte ao cliente, onde a taxa de atendimento impacta diretamente os resultados financeiros e a satisfação do cliente. Também é indicado para empresas que sofrem com fraudes de spoofing ou têm sua reputação prejudicada por chamadas spam associadas ao seu número, mesmo que não sejam as originadoras. A implementação é obrigatória para operadoras nos EUA e está sendo exigida gradualmente no Brasil pela ANATEL, tornando-se um requisito de conformidade regulatória que não pode ser ignorado por provedores de serviços de telecomunicações.

No entanto, o STIR/SHAKEN não faz sentido para empresas que não realizam chamadas outbound ou que utilizam números não suportados pelo protocolo, como alguns números de serviços de emergência ou números especiais de tarifação compartilhada. Também não é uma solução completa contra spam: ele autentica a origem, mas não avalia o conteúdo da chamada. Uma chamada de telemarketing agressiva, mesmo que devidamente autenticada com atestado A, ainda pode ser considerada spam pelo destinatário. Chamadas legítimas podem ser bloqueadas se o atestado for fraco (nível C) ou se a reputação do número for ruim devido a denúncias anteriores. Além disso, a implementação pode ser inviável para pequenas empresas com infraestrutura técnica limitada, sem recursos para investir em certificação e integração. Nesses casos, soluções alternativas como rich call data (RCD) ou serviços de reputação de número podem ser mais adequadas para melhorar a taxa de conexão.

Outro cenário onde o STIR/SHAKEN não faz sentido é quando a empresa depende de chamadas internacionais de países que não adotaram o protocolo. A autenticação pode falhar na origem, resultando em bloqueio no destino ou em um atestado de baixa confiança. Também não é eficaz contra spam originado de números VoIP não registrados ou de robocalls que usam números falsos sem assinatura, que operam fora da jurisdição das operadoras que implementam o padrão. Por fim, empresas que já possuem boa reputação e baixo índice de bloqueio podem não ver benefício imediato, embora a adoção preventiva seja recomendada para se antecipar a futuras regulamentações e mudanças nos algoritmos de filtragem das operadoras.

Como funciona na prática: guia operacional de implementação

Quando uma chamada é originada, o Servidor de Assinatura do provedor de origem aplica uma assinatura digital única com informações sobre a identidade do chamador e o nível de atestado: A (Full Attestation), B (Partial Attestation) ou C (Gateway Attestation). Um atestado A significa que o provedor conhece o cliente e autoriza o uso do número, sendo o nível mais alto de confiança. Um atestado B indica que o provedor conhece o cliente, mas não pode verificar a relação com o número específico. Um atestado C é o mais fraco, aplicado a chamadas que entram na rede do provedor por meio de um gateway, sem conhecimento do assinante original. Ao receber a chamada, o provedor de destino consulta seu Servidor de Verificação, que valida a assinatura usando um repositório de certificados públicos. Chamadas sem assinatura ou com falha na verificação são sinalizadas como suspeitas ou bloqueadas. Muitos smartphones e aplicativos, como o Truecaller, já exibem "Chamada Verificada" ou "Caller ID Verificado" para chamadas com atestado A ou B.

O processo operacional começa com o registro do provedor junto a uma Autoridade de Certificação (CA), como a STI-GA (Secure Telephone Identity Governance Authority) nos EUA ou a ABR Telecom no Brasil. Após o registro, o provedor recebe um certificado digital que permite assinar chamadas. A configuração técnica envolve a instalação de um Servidor de Assinatura (Signing Service) na rede de origem e um Servidor de Verificação (Verification Service) na rede de destino. Esses servidores se comunicam usando o protocolo SIP (Session Initiation Protocol) e trocam cabeçalhos específicos, como o Identity, que contém a assinatura digital. Para empresas que terceirizam a operação de voz, é fundamental que o provedor de SIP Trunk ou a plataforma de discagem já ofereça suporte nativo ao STIR/SHAKEN, eliminando a necessidade de configuração interna complexa.

Quais critérios avaliar antes de escolher uma solução STIR/SHAKEN?

Antes de escolher uma solução STIR/SHAKEN, avalie a compatibilidade com sua infraestrutura atual. Verifique se seu PBX, SBCs e plataformas de CRM suportam os cabeçalhos SIP necessários para a transmissão da assinatura digital. Soluções SaaS podem simplificar a integração, mas exigem conectividade estável e baixa latência para não impactar a qualidade da chamada. Considere também o nível de atestado que sua empresa precisa: chamadas de contact centers geralmente recebem atestado A, enquanto chamadas de terceiros podem ser B ou C. O nível impacta a taxa de bloqueio e a confiança do destinatário. Uma solução que ofereça flexibilidade para configurar o nível de atestado por fluxo de chamada é preferível, permitindo que chamadas críticas recebam o maior nível de autenticação.

Outro critério essencial é a cobertura geográfica do provedor de solução. Se sua empresa realiza chamadas internacionais, verifique se o provedor possui acordos de interconexão com operadoras em outros países e se o certificado digital é reconhecido globalmente. A falta de cobertura pode resultar em falha de autenticação em chamadas para destinos que não implementaram o padrão. Além disso, avalie a facilidade de integração com ferramentas de monitoramento e análise de reputação. Soluções que oferecem dashboards em tempo real para acompanhar taxas de atestado, bloqueios e reclamações de spam são mais eficazes para ajustes proativos. Por fim, considere o modelo de precificação: algumas soluções cobram por chamada autenticada, outras por volume mensal ou licenciamento anual. Escolha o modelo que melhor se alinha ao seu volume de chamadas e orçamento.

CenárioCritérioRiscoPróximo Passo/Ação
Contact center com alto volume de chamadasCompatibilidade com SBCs e softswitchesChamadas legítimas bloqueadas se atestado for fracoImplementar atestado A e monitorar taxa de bloqueio
Empresa com chamadas internacionaisCobertura geográfica do provedorFalha de autenticação em países sem STIR/SHAKENUsar soluções híbridas com análise de reputação
PME com infraestrutura limitadaModelo de assinatura SaaSCusto inicial elevado se optar por licenciamentoEscolher provedor com integração simplificada
Empresa sujeita a regulamentação da AnatelCertificação junto à ABR TelecomMultas e bloqueio de números por não conformidadeIniciar processo de registro imediatamente

Quais erros evitar ao implementar STIR/SHAKEN?

O erro mais comum é subestimar a complexidade da integração técnica. Muitas empresas assumem que a ativação do STIR/SHAKEN é um simples toggle em uma plataforma, quando na verdade exige a configuração correta de servidores de assinatura e verificação, além da atualização de softswitches e SBCs. Ignorar a necessidade de testes em ambiente de homologação pode levar a falhas de autenticação em produção, resultando em bloqueio de chamadas legítimas. Outro erro frequente é não alinhar o nível de atestado com a operadora de destino. Chamadas com atestado C podem ser tratadas como suspeitas, mesmo que sejam legítimas. É crucial negociar com as operadoras para garantir que o nível de atestado desejado seja aceito e não resulte em filtragem excessiva.

Outro erro é não monitorar continuamente a performance. Após a implementação, é essencial acompanhar taxas de atestado, reclamações de spam e bloqueios. Sem monitoramento, problemas como falsos positivos podem passar despercebidos, corroendo a taxa de conexão ao longo do tempo. Ferramentas de análise de reputação de número, como as oferecidas por Hiya ou Neustar, devem ser integradas ao fluxo de trabalho para detectar mudanças no comportamento do mercado. Por fim, subestimar o custo total de propriedade (TCO) pode levar a surpresas orçamentárias. Inclua custos de certificação, integração, treinamento e manutenção contínua. Planeje um orçamento realista para evitar interrupções no projeto, considerando também possíveis taxas de operadoras para verificação de chamadas.

Um erro adicional é negligenciar a gestão de reputação dos números. O STIR/SHAKEN autentica a origem, mas não apaga o histórico de reclamações. Se um número foi usado anteriormente para spam ou telemarketing agressivo, mesmo com autenticação A, ele pode continuar sendo bloqueado por aplicativos como Truecaller ou pelas próprias operadoras. É fundamental realizar uma limpeza de base e, se necessário, adquirir novos números com reputação limpa antes de implementar o protocolo. Por último, evitar a capacitação da equipe técnica é um erro crítico. A implementação do STIR/SHAKEN exige conhecimento sobre SIP, certificados digitais e políticas de atestado. Investir em treinamento garante que a equipe possa resolver problemas rapidamente e otimizar a configuração.

Como o Discador com IA de Voz se conecta ao resultado esperado?

O Discador com IA de Voz, que liga, negocia e vende, se beneficia diretamente do STIR/SHAKEN ao garantir que as chamadas sejam autenticadas e não bloqueadas como spam. Com a autenticação, a taxa de atendimento aumenta, permitindo que a IA alcance mais prospects e realize mais negociações em menos tempo. A integração nativa do STIR/SHAKEN em plataformas de discagem elimina a complexidade técnica para o usuário, garantindo conformidade e proteção da reputação do número. Quando a IA faz uma chamada, o sistema automaticamente aplica a assinatura digital com o nível de atestado adequado, sem que o operador precise se preocupar com configurações manuais.

Para empresas que usam discadores preditivos ou progressivos, o STIR/SHAKEN é essencial para evitar bloqueios em massa. Sem autenticação, operadoras podem marcar todo o tráfego como suspeito, prejudicando a produtividade do discador e aumentando o custo por lead. A combinação de IA de Voz com STIR/SHAKEN cria um ecossistema de comunicação eficiente e confiável, onde cada chamada tem maior chance de ser atendida e convertida em venda. Além disso, a IA pode utilizar os dados de autenticação para priorizar chamadas com maior probabilidade de conexão, otimizando o uso dos recursos do discador. O resultado esperado é um aumento significativo na taxa de conversão, com redução de custos operacionais e proteção da marca contra associações com spam.

O trade-off está na dependência tecnológica: se o provedor de discagem não oferecer suporte robusto ao STIR/SHAKEN, a empresa pode enfrentar dificuldades de integração e custos adicionais. No entanto, plataformas modernas já incorporam o protocolo como parte de sua oferta padrão, tornando a adoção mais simples. Para maximizar os benefícios, é recomendável que a empresa também invista em enriquecimento de dados, como o Rich Call Data, para fornecer contexto adicional sobre a chamada, aumentando ainda mais a confiança do destinatário e a taxa de atendimento.

Próximo passo: como começar hoje

A implementação eficaz do STIR/SHAKEN começa com uma auditoria de reputação do número. Use ferramentas como Neustar Caller ID Reputation ou Hiya para diagnosticar a saúde dos seus números. Uma avaliação detalhada identifica números comprometidos, permitindo ações corretivas imediatas, como a desativação de números com alto índice de reclamação. Em seguida, escolha um provedor STIR/SHAKEN qualificado, com certificação da STI-GA e experiência comprovada. A escolha errada pode atrasar a conformidade em até 6 meses, além de gerar custos adicionais com retrabalho. Solicite referências e cases de sucesso em seu setor de atuação.

Após selecionar o provedor, realize um piloto com um número de baixo volume para testar a configuração e validar a taxa de bloqueio. Monitore os resultados por pelo menos 30 dias, comparando com o período anterior à implementação. Ajuste o nível de atestado e as configurações de reputação conforme necessário. Paralelamente, inicie o processo de registro junto à autoridade certificadora do seu país, como a ABR Telecom no Brasil. Esse processo pode levar semanas, portanto, não adie. Por fim, capacite sua equipe técnica e operacional sobre o funcionamento do protocolo e a importância da manutenção da reputação dos números. Com esses passos, sua empresa estará protegida contra bloqueios indevidos e pronta para colher os benefícios do STIR/SHAKEN na proteção da sua reputação e no aumento da taxa de conexão.

Perguntas frequentes

O que é STIR/SHAKEN e como ele evita bloqueio de chamadas spam?

STIR/SHAKEN é um protocolo que autentica a identidade do chamador usando certificados digitais. Ele evita bloqueio de chamadas spam ao garantir que o número exibido seja legítimo, reduzindo fraudes e aumentando a confiança das operadoras. Chamadas autenticadas têm menor chance de serem bloqueadas por filtros anti-spam.

Como funciona a autenticação de chamadas com STIR/SHAKEN?

O provedor de origem assina digitalmente a chamada com um atestado (A, B ou C) indicando o nível de confiança. O provedor de destino verifica a assinatura usando um repositório de certificados. Se válida, a chamada é exibida como verificada; caso contrário, pode ser bloqueada ou sinalizada como suspeita.

Quais empresas devem implementar STIR/SHAKEN para evitar bloqueio de chamadas spam?

Empresas que realizam chamadas outbound em volume, como contact centers, equipes de vendas e cobrança, devem implementar STIR/SHAKEN. Também é recomendado para empresas que sofrem com spoofing ou têm reputação prejudicada. A implementação é obrigatória para operadoras nos EUA e está sendo exigida no Brasil pela Anatel.

Quais critérios avaliar ao escolher um provedor STIR/SHAKEN?

Avalie a compatibilidade com sua infraestrutura (PBX, SBCs), cobertura geográfica, nível de atestado suportado, modelo de precificação (assinatura ou licenciamento) e suporte técnico. Verifique se o provedor é credenciado por uma Autoridade de Certificação aprovada, como a ABR Telecom no Brasil.

Qual a diferença entre STIR/SHAKEN e outras soluções anti-spam?

STIR/SHAKEN autentica a origem da chamada, enquanto soluções como listas de bloqueio ou análise de comportamento focam no conteúdo ou reputação. O STIR/SHAKEN é um padrão regulatório que garante a identidade do chamador, sendo complementar a outras ferramentas. Juntos, oferecem proteção mais completa contra spam.

Quanto tempo leva para implementar STIR/SHAKEN e quais os custos envolvidos?

O prazo de implementação varia de 3 a 12 meses, dependendo da complexidade da infraestrutura e da certificação. Os custos incluem taxas de registro na Autoridade de Certificação, atualização de equipamentos (SBCs, softswitches) e assinatura de plataformas SaaS. Para PMEs, soluções em nuvem reduzem o investimento inicial.

Atualizado em 26 de julho de 2026.

TagsomnismartComunicação EmpresarialtelefoniaSTIR/SHAKENautenticação de chamadasreputação de númerobloqueio de chamadas spam

Fale com um especialista

Preencha seus dados para receber um contato.

CompartilharLinkedInXWhatsApp
Carregando comentarios...